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Infinidade

quinta-feira, 17 de abril de 2014





Muitos dizem que o universo é infinito, quem dera, ao menos uma vez...

Talvez esteja aí a verdade... Como pode o homem medir aquilo que nem ele mesmo vê? Como pode o homem medir algo que está dentro dele e fora ao mesmo tempo...

Questão era o ser, dúvida o não ser... Medir a relatividade do tempo... Medir o imensurável, medir a questão, medir a dúvida, medir a razão, medir teu chão... Eis o tempo, eis o nada, eis a areia, eis o som, raios, vento, trovão, chove... 


Jean Bispo

Palavreando versos rimáticos

terça-feira, 25 de março de 2014



Mistério é como rimar a rima
escrevendo parecido
com que tem em cima, 
saber rimar não sei,
mas só por isso escrevo:
ei.
Nem todo poeta sabe rimar,
muito menos escrever,
o que ele sabe mesmo, 
é compreender.





Jean Bispo

Cheiro da inocência

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014



Me lembro como ontem, quando tudo tinha cheiro, os livros do colégio, os materiais, até as brincadeiras tinham cheiro... Hoje em dia é diferente, até o céu que eu via azul, se tornou mais escuro, não sinto mais cheiro de nada, na verdade tudo cheira a fumaça. 
Talvez seja por isso que todos sentimos falta da infância, sentir o cheiro dos perfumes da vida, sentir o cheiro da pura inocência, sentir que a vida nunca vai se acabar, pois, nem o cheiro das rosas eu sinto mais.




 Jean Bispo
Pensamentos Irreais