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O Eu-lírico

sábado, 23 de março de 2013




Não estranhem se futuramente se depararem com a minha pessoa calada e pouco expressiva, percebo que estou caminhando para algo parecido, acho mais por uma opção... Creio eu que temos dois "eu's" um é o interior é o nosso próprio eu, é como somos para nós mesmos, o outro é como nós somos para as pessoas, é como somos para o mundo exterior, é bastante complexo, mas faz um pouco de sentido... Bem, meu "eu" interior é meio solitário, me faz gostar de silêncio interior... Talvez achem que se eu estiver neste estado, eu serei frio, insensato e sem sentimento... Mas na verdade é muito ao contrário... é neste momento que realmente estou em erupção... ahhh, é quando eu me sinto bem... é quando a mente voa pelos ares, em hora pra voltar...

Na verdade, este é meu eu-lírico, é chato... mas dizem que é legal ...



Jean Bispo

10% de Sherlock Holmes [01]

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Bem, Antes de comçar o post, agradeço a Gabi Linus (como a mesma disse "Gabriela, Grande Coisa") por me tornar um sherlockiano (ou quase), pra começar, me é extremamente interessante e instigante a capacidade deutiva dele, mas bem, como já disse "Sherlock Holmes é um homem exepcional", começei a ler os livros, e inclusive assistir o emocionante seriado e acabei me tornando, o que prefiro chamar de "10% de Sherlock Holmes"... Resultado disso é...










 Levando em conta que o Robert Downey Jr. Faz o Sherlock e o Tony Stark (Homem de Ferro nos Filmes) ham ham ham... cof cof cof



Mas bem (pera deixe-me rir uashuhuh), vamos a um texto que gosto muito...


Não pude deixar de rir da facilidade com que explicava seu método de dedução. “Quando o ouço expor suas razões”, observei,
“a coisa sempre me parece tão ridiculamente simples que tenho a impressão de que eu próprio seria capaz de fazer o mesmo; mas o fato é que, a cada raciocínio seu, fico perplexo até você explicar seu procedimento. Apesar disso, acho que tenho olhos tão bons quanto os seus.”
“Naturalmente”, respondeu, acendendo um cigarro e jogando-
se numa poltrona. “Você vê, mas não observa. A distinção é clara. Por exemplo, você viu muitas vezes os degraus que trazem do vestíbulo a esta sala.”
“Muitas.”
“Quantas?”
“Ora, algumas centenas de vezes.”
“Então quantos degraus são?”
“Quantos? Não sei.”
“É claro! Você não observou. Apesar de ter visto. Este é o xis da questão. Pois bem, eu sei que há dezessete degraus porque tanto vi quanto observei. A propósito, já que se interessa por esses probleminhas, e já que teve a gentileza de ser o cronista de uma ou duas de minhas insignificantes experiências, talvez se interesse por isto.”
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