segunda-feira, 23 de abril de 2018
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Viajava eu nessa transitividade, loucura iminente, atemporalidade do ser, entre a tua razão e a minha insensatez, de miragens que vi. Paradoxal tempo dos afobados, escuro é o tempo, claro é a luz, de olhos negros minguados, lavado a alma, de paz, de tudo que fiz, de tudo que vi. Embainhei e corri, cruzamento de vias, o peso das almas, do espirito, do meu ser. Gritei de loucura, transpirando forças. Relatividades e mais, entre o carrocel e o parque, vida esta que deixei, abandonei, preferi observar o tempo em si, preferi voar, só pra não cair.
Voo Irreflexo
segunda-feira, 23 de abril de 2018
Viajava eu nessa transitividade, loucura iminente, atemporalidade do ser, entre a tua razão e a minha insensatez, de miragens que vi. Paradoxal tempo dos afobados, escuro é o tempo, claro é a luz, de olhos negros minguados, lavado a alma, de paz, de tudo que fiz, de tudo que vi. Embainhei e corri, cruzamento de vias, o peso das almas, do espirito, do meu ser. Gritei de loucura, transpirando forças. Relatividades e mais, entre o carrocel e o parque, vida esta que deixei, abandonei, preferi observar o tempo em si, preferi voar, só pra não cair.
segunda-feira, 16 de abril de 2018
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Leia também: O Cais
Se passaram 3 meses desde que deixei o cais. A minha única certeza é que nunca deveria ter saído de lá. Tenho saudade da madeira molhada, o calor, daquele seu abraço. Sigo relutante dia após dia para não esquecer do teu rosto. O cais está distante agora, seus pés parecem não tocar mais a água, a noite não há mais sua voz e de dia nem seus sorrisos. Tenho agora a dor, a tristeza e a solidão: Em memória choro no teu abraço, me desespero pelo teu sorriso. Que infelicidade cometi! Parti ambos corações ao meio, dor tempestuosa em meio a tempestade, me perdoe! Me restam agora, apenas o amor e a fé inabalável, a fé de que se passem 3 anos e eu não me perca, a fé que me encontre em suas memórias, a fé que te verei outra vez. Pois sei, sei que o cais nos aguarda para sorrirmos outra vez.
O cais II
segunda-feira, 16 de abril de 2018
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quarta-feira, 4 de abril de 2018
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Quando o poema mata o poeta
quarta-feira, 4 de abril de 2018
Se iria, faria ou retornaria
Não obstante, se ouviria
Tudo estava tão perto
O afeto, correto, incerto
Tão distante, mas aberto
O poeta sempre a contrapôr
A flor, a dor, o amor
É brilhante, onde recompôr
O poeta dizia
A morte, o escárnio e o resplendor
O mundo, a morte e o rancor
A vida, o corte, e o terror
A vida dizia
Águas densas onde se afogam a dor
Ou se nada, ou mergulha em dessabor
A chama que arde é a que mata
E morrendo o poeta se esconde o amor
Escrevendo, a vi
da numa ata
da numa ata
quarta-feira, 28 de março de 2018
quarta-feira, 21 de março de 2018
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O tempo passara depressa, mas enfim, logo estávamos apontando na reta, indo a caminho da liberdade, liberdade que ainda haveremos de descobrir , ninguém se dava conta realmente do que se esperava, a visão de lá é inigualável, é tão única, que se é possível tê-la apenas uma vez na vida, acredito eu que todos ali queriam fazer isso mais vezes, todos queriam voltar no passado e sentir tudo aquilo de novo, mistura de dor e felicidade, acredito eu que tenha alguma alma penada que não seja de acordo com isto, nem se quer o mais incrédulo dos poderes "místicos" daquele lugar . Já eu, eu não sabia nem o que estava sentindo, sentia tudo e mais um pouco, eu via um dia quase fúnebre em meio a tantos sorrisos. O coração palpitava mais que nunca, mas finalmente estava lá, descendo aquela avenida, a marchadas largas, ouvindo o soar do bumbo, sentindo o sangue correr, vendo as pessoas nos olharem nos olhos, e nos aplaudirem, a gritarem e festejarem, enfim tomei-me por lúcido, lembrei que ao menos naquele momento eu tinha que ser perfeito nos movimentos, pela ultima vez.
Alforria
quarta-feira, 21 de março de 2018
O tempo passara depressa, mas enfim, logo estávamos apontando na reta, indo a caminho da liberdade, liberdade que ainda haveremos de descobrir , ninguém se dava conta realmente do que se esperava, a visão de lá é inigualável, é tão única, que se é possível tê-la apenas uma vez na vida, acredito eu que todos ali queriam fazer isso mais vezes, todos queriam voltar no passado e sentir tudo aquilo de novo, mistura de dor e felicidade, acredito eu que tenha alguma alma penada que não seja de acordo com isto, nem se quer o mais incrédulo dos poderes "místicos" daquele lugar . Já eu, eu não sabia nem o que estava sentindo, sentia tudo e mais um pouco, eu via um dia quase fúnebre em meio a tantos sorrisos. O coração palpitava mais que nunca, mas finalmente estava lá, descendo aquela avenida, a marchadas largas, ouvindo o soar do bumbo, sentindo o sangue correr, vendo as pessoas nos olharem nos olhos, e nos aplaudirem, a gritarem e festejarem, enfim tomei-me por lúcido, lembrei que ao menos naquele momento eu tinha que ser perfeito nos movimentos, pela ultima vez.
texto perdido entre os rascunhos de 2013/2014
quarta-feira, 14 de março de 2018
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