O tempo é relativo. Bem, isso é muito relativo também. De certo que quando há dor, se há eternidade, se for amor, é como um ardor. A morte é tão rápida quanto uma bala, a vida curta quanto um respirar. Com o tempo aprendi a relativizar a dor, eternizar amor. Ás vezes caio em paradoxos temporais, pode ser tudo tão lento quanto um dia chuvoso, ou tão rápido quanto um piscar. Fato é, o erro não é relativo, é preciso como relógio que te aponta a culpa e marca o amor. Que etéreo seja o amor. Não culpe, não mate, não sufoque, não duvide, não relativize. Não torne o tempo árbitro da alma. Eternize-se. A minha teoria é: o Amor verdadeiro não é relativo, é juiz do tempo e ébriamente eterno.
quarta-feira, 7 de março de 2018
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
5
As Estrelas
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Estrelas não morrem,
apesar dos meus quasares,
brilham e transcorrem.
Apesar do céu nebular,
do colapso e o singular
preferi eu,
ser,
um pulsar
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
1
Aquela era uma noite triste. E como muitas outras. Esta era diferente, ele sabia que ela poderia nunca mais voltar. Ah sim, ela que iluminava sua alma em diversas noites, ás vezes não, ela recolhia em si mesma, mas era normal, ele se acostumara. E sim, ele chorava, chorava pois na noite em que ela mais brilhou, ele não estava, quando ela sorria e dançava, ele estava perdido, perdido em si, rodeado em sua própria e densa escuridão. Tolo, simplesmente a acusou de ter sumido, de te-lo abandonado, de ter virado as costas quando ele mais precisava. Tolo! Ela sempre esteve lá, mas a escuridão dele tapava seus olhos, a sua dor e medo a afastara. Noite triste, ela se foi para nunca mais. Mas lá no fundo, lá no fundo, ele tem uma esperança. Ela sempre volta, mais brilhante que nunca.
A Lua
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Aquela era uma noite triste. E como muitas outras. Esta era diferente, ele sabia que ela poderia nunca mais voltar. Ah sim, ela que iluminava sua alma em diversas noites, ás vezes não, ela recolhia em si mesma, mas era normal, ele se acostumara. E sim, ele chorava, chorava pois na noite em que ela mais brilhou, ele não estava, quando ela sorria e dançava, ele estava perdido, perdido em si, rodeado em sua própria e densa escuridão. Tolo, simplesmente a acusou de ter sumido, de te-lo abandonado, de ter virado as costas quando ele mais precisava. Tolo! Ela sempre esteve lá, mas a escuridão dele tapava seus olhos, a sua dor e medo a afastara. Noite triste, ela se foi para nunca mais. Mas lá no fundo, lá no fundo, ele tem uma esperança. Ela sempre volta, mais brilhante que nunca.
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
0
Paz e Harmonia! Grita o rapaz, não obstante ao microcosmo presente, o caos permeia o ambiente. O que reina é a conjuntura e não um fio de cabelo. Se tudo passa por uma eternidade, como assim deve ser, bem provável que nosso tempo seja lento de mais para presenciar a beleza e majestade do tudo. Cosmo é um rapaz esperto, não é porque um grão de areia ferve em guerra, debates, até invariavelmente em amor, que Cosmo deixa de ser tudo aquilo a que foi destinado, uma colorida orquestra de singela e eterna paz, e de canções harmônicas.
O cosmo
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
Paz e Harmonia! Grita o rapaz, não obstante ao microcosmo presente, o caos permeia o ambiente. O que reina é a conjuntura e não um fio de cabelo. Se tudo passa por uma eternidade, como assim deve ser, bem provável que nosso tempo seja lento de mais para presenciar a beleza e majestade do tudo. Cosmo é um rapaz esperto, não é porque um grão de areia ferve em guerra, debates, até invariavelmente em amor, que Cosmo deixa de ser tudo aquilo a que foi destinado, uma colorida orquestra de singela e eterna paz, e de canções harmônicas.
Assinar:
Postagens (Atom)





