terça-feira, 27 de novembro de 2018
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- O mundo está sob meus pés. Lhe digo, ele não é mais o mesmo, já desabou in-conscientemente inúmeras vezes.
- Concordo, o piso possa seja de vidro, talvez quebre outra vez... Não! Estilhaçar é uma palavra mais adequada.
- Anota isso: Os fracos desistem de sentir por que ser forte cansa.
- Tá, uma frase de efeito aqui ou ali, ninguém se importa se o autor foi do instagram ou foi plágio do twitter.
- Olha, acho melhor tu parar de tomar café, sabe o que essa coisa faz com teu estomago? 99% das pessoas que sentem dor no estomago tomam café.
- Fonte? Ah meu caro, a vida é uma fonte. Mas quando eu morrer vou pedir para que mandem meu estomago intacto para você. E acredite, tive estomago para muita coisa.
- As pessoas comuns são chatas e repetitivas, mas sabiamente cegas e surdas, estão mais perto da felicidade por não enxergarem e escutarem certas coisas.
- É, as vezes digo umas coisas com algum nexo que leve a um fim comum.
- O universo não é infinito.
- Como provar? Tá de brincadeira? A vida é muito curta pra sair por ai medindo o tamanho do universo pra provar que ele não é finito. Não é por que não consigo medir algo que ele seja necessariamente infinito. Não é relativizando as coisas mas é o mesmo que dizer que se não é 0 é 1. Quanticamente ambos podem ser a mesma coisa.
- Sei... Ninguém liga, chatolino, blá blá blá...
- Nunca guarde medos em potinhos num baú debaixo da cama, um dia, do nada eles abrem. O que sai de lá é tão escuro que lhe fará esquecer o ultimo ponto de luz visto. Se não tinha medo, tenha disso, ou disto, ah, que se dane os linguistas.
- Acredite em você mesmo antes de acreditar nos outros. O resultado é bem intuitivo.
Monólogo - I
terça-feira, 27 de novembro de 2018
- O mundo está sob meus pés. Lhe digo, ele não é mais o mesmo, já desabou in-conscientemente inúmeras vezes.
- Concordo, o piso possa seja de vidro, talvez quebre outra vez... Não! Estilhaçar é uma palavra mais adequada.
- Anota isso: Os fracos desistem de sentir por que ser forte cansa.
- Tá, uma frase de efeito aqui ou ali, ninguém se importa se o autor foi do instagram ou foi plágio do twitter.
- Olha, acho melhor tu parar de tomar café, sabe o que essa coisa faz com teu estomago? 99% das pessoas que sentem dor no estomago tomam café.
- Fonte? Ah meu caro, a vida é uma fonte. Mas quando eu morrer vou pedir para que mandem meu estomago intacto para você. E acredite, tive estomago para muita coisa.
- As pessoas comuns são chatas e repetitivas, mas sabiamente cegas e surdas, estão mais perto da felicidade por não enxergarem e escutarem certas coisas.
- É, as vezes digo umas coisas com algum nexo que leve a um fim comum.
- O universo não é infinito.
- Como provar? Tá de brincadeira? A vida é muito curta pra sair por ai medindo o tamanho do universo pra provar que ele não é finito. Não é por que não consigo medir algo que ele seja necessariamente infinito. Não é relativizando as coisas mas é o mesmo que dizer que se não é 0 é 1. Quanticamente ambos podem ser a mesma coisa.
- Sei... Ninguém liga, chatolino, blá blá blá...
- Nunca guarde medos em potinhos num baú debaixo da cama, um dia, do nada eles abrem. O que sai de lá é tão escuro que lhe fará esquecer o ultimo ponto de luz visto. Se não tinha medo, tenha disso, ou disto, ah, que se dane os linguistas.
- Acredite em você mesmo antes de acreditar nos outros. O resultado é bem intuitivo.
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
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Viver na solidão não é para todos. Viver na solidão é diferente de sobreviver. Quem vive, conhece as fronteiras da alma, os abismos sem fim, conhece os caminhos da alegria e domina os atalhos. Quem vive da solidão senta na pedra da mesmice para observar o tédio. Quando levanta é porque cansou de ver. Ah se levanta... Nunca é viagem em vão, tiro de uma bala só. Quem vive assim não é por que lhe foi imputado pelos motivos alheios da vida, é quase que um dom. É uma escolha. É viver como um lobo solitário que de longe faz a guarda de seu bando. Que de tanto apanhar e levantar só, não aceita que ninguém mais caia.
Solidão
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
Viver na solidão não é para todos. Viver na solidão é diferente de sobreviver. Quem vive, conhece as fronteiras da alma, os abismos sem fim, conhece os caminhos da alegria e domina os atalhos. Quem vive da solidão senta na pedra da mesmice para observar o tédio. Quando levanta é porque cansou de ver. Ah se levanta... Nunca é viagem em vão, tiro de uma bala só. Quem vive assim não é por que lhe foi imputado pelos motivos alheios da vida, é quase que um dom. É uma escolha. É viver como um lobo solitário que de longe faz a guarda de seu bando. Que de tanto apanhar e levantar só, não aceita que ninguém mais caia.
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
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Por mais que eu tente negar, fingir ou ignorar, ainda sinto a sua falta. Sorriso cativante, raras gargalhada estampadas numa estante de troféus. Lágrimas que regaram a alma, poemas que diziam, canções que tanto faz tanto fez. Sinceridade de um sol nascente, ritmo enluarado. De gávea vazia é como se perdesse o norte, navegar só dói mais ao sol que num temporal. Apenas navego, sigo por aí, as vezes sem rumo, na esperança de um dia te reencontrar.
Saudades
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
Por mais que eu tente negar, fingir ou ignorar, ainda sinto a sua falta. Sorriso cativante, raras gargalhada estampadas numa estante de troféus. Lágrimas que regaram a alma, poemas que diziam, canções que tanto faz tanto fez. Sinceridade de um sol nascente, ritmo enluarado. De gávea vazia é como se perdesse o norte, navegar só dói mais ao sol que num temporal. Apenas navego, sigo por aí, as vezes sem rumo, na esperança de um dia te reencontrar.
domingo, 23 de setembro de 2018
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Tenho a minha cina. Onde o vento dobra a alma e que um mestre reina. Impérios de dor obsoleta, h-abismos de espinhos que dilaceram a carne. Resume-se em fúria dos deuses, servos fiéis implacáveis. Alma de vidro: transcende o espirito, vidro de prata: reflexo não etérico. Finda um dia coalescênico, irriga o pó, hidrata a guerra, afirma vida. O fim é-ter quintessência, tudo permanece, nada cai.
Éter
domingo, 23 de setembro de 2018
Tenho a minha cina. Onde o vento dobra a alma e que um mestre reina. Impérios de dor obsoleta, h-abismos de espinhos que dilaceram a carne. Resume-se em fúria dos deuses, servos fiéis implacáveis. Alma de vidro: transcende o espirito, vidro de prata: reflexo não etérico. Finda um dia coalescênico, irriga o pó, hidrata a guerra, afirma vida. O fim é-ter quintessência, tudo permanece, nada cai.
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
domingo, 12 de agosto de 2018
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Sim, eu preciso. Preciso ás vezes dessa dose de lembranças de dor, do amor, da simples ternura, da voz, da simplicidade, dose de sinceridade. Preciso disso para lembrar-me quem sou, quem era, como simplesmente vim parar aqui. Pra lembrar das vidas que salvei, de cada cicatriz, das guerras lutadas, do quanto sangrei, do quanto fiz sangrar sem ao mesmo querer. Pra lembrar do quanto doí perder uma guerra, ser sua própria armadilha, o quanto doí perder em si mesmo. Lembrar que sou humano, que erra o suficiente para não aceitar, acerta o tão quanto para se achar incapaz. Também lembrar daquele dia que fiz alguém sorrir, da piada que ninguém ri, da piada que é ser piada. Lembrar que apesar dos poucos bons momentos de amor, vale apena lutar para que sejam eternos. Lembrar para que não morra, mas que viva aqui agora. Lembrar que a escuridão não se molda, não se dobra, é infinita e eterna e que nunca devo guardá-la.
Vou te lembrar, a ater-se apenas no principio: Lembre da dor, do amor, da ternura, da voz, da simplicidade e da sinceridade. Apenas l e m b r e.
Hark back shot
domingo, 12 de agosto de 2018
Sim, eu preciso. Preciso ás vezes dessa dose de lembranças de dor, do amor, da simples ternura, da voz, da simplicidade, dose de sinceridade. Preciso disso para lembrar-me quem sou, quem era, como simplesmente vim parar aqui. Pra lembrar das vidas que salvei, de cada cicatriz, das guerras lutadas, do quanto sangrei, do quanto fiz sangrar sem ao mesmo querer. Pra lembrar do quanto doí perder uma guerra, ser sua própria armadilha, o quanto doí perder em si mesmo. Lembrar que sou humano, que erra o suficiente para não aceitar, acerta o tão quanto para se achar incapaz. Também lembrar daquele dia que fiz alguém sorrir, da piada que ninguém ri, da piada que é ser piada. Lembrar que apesar dos poucos bons momentos de amor, vale apena lutar para que sejam eternos. Lembrar para que não morra, mas que viva aqui agora. Lembrar que a escuridão não se molda, não se dobra, é infinita e eterna e que nunca devo guardá-la.
Vou te lembrar, a ater-se apenas no principio: Lembre da dor, do amor, da ternura, da voz, da simplicidade e da sinceridade. Apenas l e m b r e.
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